Alunos da Facopp participam da cobertura do Júri Simulado no curso de Direito

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14/06/2018 às 17:24 – Atualizado em: 14/06/2018 às 20:50 
Larissa Biassoti

Marcel Sachetti

A simulação é a representação exata de como funciona a prática dentre os tribunais

Integração faz parte do dia a dia dos Facoppianos, pois além dos nossos corredores, eles também estão presentes em eventos externo, e agora estiveram no curso de Direito.
 
Nesta quinta-feira (17/05), estudantes de Jornalismo e Fotografia ocuparam os lugares do Júri Simulado do Caso dos exploradores de Caverna que ocorre no final do primeiro semestre da graduação de Direito. 
 
A simulação é uma reprodução exata da prática, na qual os estudantes são os acusadores e defensores do julgamento, junto aos réus e jurados. O caso é um estudo fictício que ensina as principais linhas de pensamentos da jurisprudência nos Estados Unidos em 1940. 
 
Quem fez parte da organização do evento foi também o professor da Facopp Rogério Silva, que se sente privilegiado por conseguir motivar os alunos a se preparem para defender teses num debate livre, preparar argumentos e ser convincente para as pessoas que é um grande desafio.
 
Rogério comenta que apesar de estar nas duas áreas, Jornalismo e Direito, consegue ver semelhanças entre elas. “Fica muito evidente que não existe direito sem a qualidade do ato de se comunicar, não se faz justiça sem essa característica da linguagem que é a argumentação, é uma combinação perfeita”, conclui.

Os alunos e ex-alunos da Facopp registraram todos os momentos do Júri por meio das fotografias e também de forma escrita, por meio do texto. 
 
“As informações precisam ser divulgadas, porque uma pessoa pode muito tem procurar sobre o Direito da Unoeste, encontrar essa notícia e ver que existem atividades práticas sendo feitas aqui, entender o funcionamento e ver também que há interação entre os outros cursos, como a Facopp”, fala a estudante de jornalismo Bruna Sugano e ficou responsável pela cobertura em forma textual.
 
Sugano comenta que passar por outras áreas em exercício da sua função é muito importante, pelo fato de que com ela se adquire mais bagagem em todos os âmbitos educacionais da universidade.
 
Além de ter gostado da experiência, a aluna fala que seria positivo aos alunos de direito se tivessem mais contato com Comunicação Social. “O futuro advogado precisa se preparar para a profissão, é necessário que eles saibam se comunicar, transmitir o que querem para as pessoas, serem claros para passar as ideias, o que eles pensam e nós temos esses recursos, então mesmo que seja algo extra curricular, seria bacana se tivesse alguma disciplina”, conclui.
 
Marcel Sachetti foi estudante da primeira turma de Fotografia e estar de volta para registrar um evento que não tem vínculo direto com os cursos de Comunicação Social para ele foi uma prática nova. “São quase quinze anos fotografando, mas não havia ainda passado por nenhuma experiência como a do Júri simulado e confesso, me diverti e aprendi mais um tanto.”
 
O fotógrafo afirma que a comunicação é elemento central para a constituição de uma sociedade efetivamente democrática e que as fotos são um alicerce fundamental pra essa construção, de maneira que não dá para desvincular as linguagens, já que são dependentes no sentido de registrar os acontecimentos.
 
 
ENTRE OS CURSOS
 
Além de professor da Facopp, Rogerio do Amaral também é estudante do primeiro termo de Direito e participou da experiência no Júri Simulado.
 
Para a seleção, foi aplicado um questionário sobre as competências e também disponibilidade para participar, as notas do primeiro bimestre foram avaliadas, além de cada aluno ter que indicar alguém que considerava apto para estar no evento.
 
“Desde que eu li o caso pela primeira vez eu sempre fui a favor da defesa que nessa condição não deveria ter a condenação, então você luta por isso. Falar em público no meu caso foi tranquilo pela minha profissão, mas você está numa nova situação, você precisa improvisar, o tempo é limitado, você tem que concorrer com tudo e contra ideias”, conta Rogerio.
 
A ansiedade tomou conta no momento do resultado final, em que houve empate de três votos a favor e três contra a condenação, o quarto e último revelaria o lado vitorioso da noite.
 
Vitória! Depois de 30 dias trabalhos em equipe, o professor ganhou o Júri. “A satisfação é muito grande em ganhar, o primeiro caso a gente nunca vai esquecer e apesar de toda inexperiência nós vencemos, então agora é só comemorar”, diz Rogerio com alegria.

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