Alunos de jornalismo entrevistam o colunista Sinomar Calmona

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18/02/2019 às 19:20 – Atualizado em: 18/02/2019 às 21:10 
Daniel Alvarez, Heloísa Lupatini e João Lucas Martins

Marlene Reverte


Ocorreu na sexta-feira (15/02) a entrevista com o jornalista Sinomar Calmona durante a aula de Radiojornalismo II. No bate-papo o comunicador respondeu aos alunos do terceiro termo de Jornalismo questões que trataram desde histórias de sua infância até o futuro da profissão.

O colunista contou durante a sua trajetória profissional se formou em Direito, pois era o curso que mais se aproximava da careira de comunicador e que chegou a fazer até o sétimo termo da graduação em Jornalismo, mas que acabou desistindo da faculdade. Sinomar lembra que o veículo de comunicação, o rádio, foi a sua própria escola. Apesar de não ter concluído o curso, ele afirma que a formação é importante para os profissionais da área.

O jornalista comentou que, apesar de existirem muitos comunicólogos, qualquer ambiente de trabalho desse ramo precisa de bons empregados capazes de resolver problemas. “Atualmente, o mercado exige que o profissional seja multifacetado e saiba trabalhar em diversas áreas”, afirma.

Sinomar também respondeu diversas perguntas sobre as Fake News e como fazer para combatê-las.  “O jornalismo continuará ser o guardião da liberdade e o guardião da democracia. O jornalismo é necessário para defender um país, para esclarecer as pessoas, principalmente com as falsas notícias e só os profissionais podem lutar contra isso”, comenta.

Ao final da entrevista, Sinomar havia falado sobre suas viagens, tecnologia, fotografia, redes sociais, seus livros, sua coluna no jornal O Imparcial e lembrou se duas histórias no rádio com o professor Homéro Ferreira. “Foi uma das experiências mais emocionantes dos últimos anos na minha vida, receber tantas perguntas por um grupo de futuros jornalistas, eu realmente gostei bastante”, fala o profissional.

Homéro ainda contou que ficou satisfeito com as questões elaboradas pelos alunos, em que as considerou com uma boa construção e objetivas. Para o professor, esse tipo de atividade aproxima os estudantes do mercado de trabalho. “Além de trocar informações com alguém que tem uma vivência espetacular, uma visão de mundo, contribui também para fazer a diferença na vida do aluno”, conta Homéro.

A estudante Giovanna Guessada fala que a atividade agregou muito e a fez refletir. “Eu achei uma experiência muito interessante e agregadora, pois me fez parar para analisar que o jornalismo é muito maior que e tem áreas muito mais abrangentes do que eu imaginava. Ter a opinião de uma pessoa tão experiente é algo estimulador, porque a gente acaba saindo com a vontade de fazer algo, de ser melhor, de expandir o nosso conhecimento”, finaliza Giovanna.

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