Aprendizes participam de ação social vinculados ao CIEE

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26/03/2019 às 19:00 – Atualizado em: 26/03/2019 às 19:06 
Larissa Biassoti e Larissa Oliveira

Larissa Oliveira

Você com certeza já viu os estagiários da Facopp, seja pelos corredores ou fazendo a cobertura dos eventos anuais. Mas, nem todos são realmente estagiários, como é o caso de Felipe Piquione, Larissa Biassoti e Larissa Oliveira, que são aprendizes e cumprem a carga de trabalho de maneira diferente.

É por isso que no dia 15 de março, os estudantes participaram da doação de sangue no hemocentro da Santa Casa de Presidente Prudente, uma ação social feita pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), como parte dos 30% de atividades teóricas que são realizadas semanalmente.

O objetivo era refletir sobre a importância e impactos de atitudes solidárias na sociedade. Ao todo, 15 aprendizes fizeram doação de sangue e sete outros jovens se cadastraram para doarem medula óssea.

A instrutora de aprendizagem Carla Rodrigues comenta que essa iniciativa pode fazer a diferença entre a vida e a morte de uma pessoa, bem como contribuir também para os alunos.

“A intenção era fazer com que os jovens tornem-se multiplicadores de informação e ampliar o pensamento crítico reflexivo dos mesmos acerca da importância de ações sociais com um olhar mais voltado para as necessidades do próximo, tanto no mundo do trabalho como nas relações fora dele”, conclui Carla.
 

EM AÇÃO 
 
Felipe Piquione é jovem aprendiz e, além de fazer a doação de sangue pela primeira vez, registrou por meio da fotografia os momentos da contribuição dos colegas. “A dificuldade que senti foi devido à iluminação e o pouco espaço que tínhamos, mas eu gostei do resultado, foi um desafio”, comenta Felipe.

Ele ressalta que buscou colocar nas suas fotos um outro olhar, não mostrar que estavam apenas no local e sim que tinham um propósito maior, de modo que utilizou planos detalhe e geral em diferentes perspectivas.  

Os discentes que não fizeram a doação de sangue produziram uma série de perguntas para serem feitas aqueles que doaram, na qual contaram com a ajuda das aprendizas e estudantes de Jornalismo Larissa Biassoti e Larissa Oliveira.

“Foi muito bacana passar algumas técnicas jornalísticas, principalmente de entrevista, aos meus colegas de capacitação, porque eles pensaram na melhor maneira de se elaborar as questões”, comenta Biassoti.

A estudante ressalta que atitudes como essa a fazem crescer como pessoal e profissional, pois consegue compartilhar com a sociedade a informação que foi gerada devido à ação altruísta.

Assim como Biassoti, a aprendiz Larissa fez o cadastramento para doação de medula, porém ficou dividida entre passar pelo procedimento e fotografar a ação social. “Minha proposta era doar sangue, mas eu fiz um piercingrecentemente e isso me impediu, então eu contribui de outra maneira”.

Larissa ainda relata que espera repetir a experiência, pois para ela participar dessa iniciativa em grupo foi de extrema importância social e que se sente contente por ter registrado seus colegas doando sangue por meio dos cliques.  
 
           
SOU ESTAGIÁRIO OU APRENDIZ? 
 
No quadro de funcionários da Unoeste, existem em torno 80 pessoas inseridas no programa de jovem aprendiz e estagiários. De acordo com a Lei 10.097, toda empresa de médio ou grande porte deve contratar de 5 a 15% de jovens com idade de 14 a 24 anos. 
 
Para a psicóloga dos recursos humanos da Universidade, Fátima Cristina Luiz, o programa possibilita a inserção do jovem nas empresas. “É uma proposta muito interessante, porque o emprego é acompanhado com treinamentos semanais, em que se desenvolve o comportamento e atitude dos jovens, evitando desgastes e inadequações no ambiente de trabalho.”
 
Fátima explica que há diferença entre estagiário e jovem aprendiz. O estagiário precisa ter vínculo a um curso e só desempenha funções relacionadas ao mesmo. Não possui também registro em carteira, apenas contrato e não tem deveres trabalhistas como aviso prévio, por exemplo.
 
“Já o jovem aprendiz pode realizar funções diferentes do curso que está fazendo, ele também é um funcionário com registro em carteira, direito e deveres”, pontua a psicóloga.
 
O jovem aprendiz Felipe Piquione comenta que se sente seguro com o trabalho. “As capacitações são incríveis. Quando entrei no programa achei o curso seria simples, mas foi completamente diferente. É um lugar pra se refletir, tirar dúvidas e aprender a trabalhar em grupo”, completa.

Independentemente de ser estagiário ou jovem aprendiz, é importante que o tenha-se em mente que é uma porta que se abre, segundo Fátima e que pode fazer a diferença na vida do indivíduo no futuro por ter aprendido ter um bom relacionamento interpessoal e dedicação.

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