Curso de Fotografia traz clientes reais para dentro do estúdio

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03/04/2018 às 16:00 – Atualizado em: 03/04/2018 às 22:11 
Junior França e Larissa Biassoti

Caroline Burtoluzzi

Criatividade e responsabilidade. Estão aí duas coisas que andam juntas na grade de Fotografia da Facopp, mais especificamente na disciplina de moda ministrada pelo professor Thomas Aguilera.

Neste ano, os Facoppianos tiveram que lidar com a produção fotográfica voltada para a década de 50 e nesta quarta-feira (28/03), o desafio foi ainda maior, clientes reais participaram da aula prática.

Além de dominarem a técnica, os conceitos da matéria, associarem todo o caráter histórico da moda na fotografia, os alunos tiveram que suprir as exigências das marcas – Spasso Joias, Bijoux Box e Regina Célia Rigor Ateliê –, além de conduzirem as modelos da AZ Models de acordo com o pedido de cada um durante as sessões.

Para Thomas, o intuito da disciplina é fazer com que o resultado seja projetado para além da sala de aula, já que as fotografias, se aprovadas pelos clientes, serão usadas publicamente nas redes sociais.

“O fotógrafo vai sair do curso e vai encarar a vida profissional, então até a forma de abordagem, como conversar com o cliente é estudado em aula. O trabalho desenvolvido é comercial, tudo é feito com muito cuidado para que as fotos saiam excelentes”, afirma o professor.

Além de adquirirem mais habilidades técnicas como de iluminação e dominarem o espaço de trabalho – considerado como “casa” para Thomas: o estúdio de fotografia-, os estudantes aumentam o portfólio com a prática.

Contra o relógio 

50 minutos para fazer várias fotos, com vários produtos como joias, bijuterias e vestidos e sem atrasos, porque outro grupo está na fila para continuar a atividade. Essa é a dinâmica da aula que fez com os que os alunos se preocupassem: será que vai dar tempo?

Quando perguntava para a aluna Ana Clara Padovan se o deadline foi cumprido, ela respondeu “e não é que deu?”, com risos de alívio. “É tão corrido que na aula anterior já tínhamos ajustado basicamente tudo para que não houvesse problemas no dia e mesmo assim tivemos que chegar e montar o estúdio rápido, então a parte da técnica que estava pronta, nós tivemos que estudar antes”, diz.

Murilo Hernandes compartilha do mesmo pensamento. “Não conhecer a modelo faz com que fiquemos meio envergonhados e a questão do tempo ser contado gera uma pressão, mas é no começo mesmo, depois já acostuma.”

Os discentes veem essa prática como uma forma de se prepararem para o mundo real, e puderam notar que, independente das dificuldades que aconteçam nos bastidores, no fim das contas, com a produção de um bom trabalho, é possível gerar a confiança e satisfação dos clientes, e é isso o que mais importa.   

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