Estudantes reformulam comunicação da Brodah Açai

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13/12/2017 às 15:31 – Atualizado em: 20/12/2017 às 13:15 
Júnior França e Yuri Aquinno Cruz

Mateus Damázio

A defesa aconteceu na terça-feira (12/12), no Auditório Jacarandá

Responsável por encerrar a semana de banca de defesa do Projeto Experimental de Publicidade e Propaganda (PEPP), a Agência Voga apresentou na noite desta segunda-feira (12/12), no Auditório Jacarandá, o trabalho desenvolvido para a empresa Brodah Açaí, em que propôs um novo conceito para a marca.
 
Composto por Maiara Lourenção, Geovanna Souza, Bruna Stoco, Marcelo Marini e Mariana Andrade. A banca contou com os docentes Alexandre Bavaresco, Mariângela Fazano, Fernanda Mello, Renato Pandur, Haroldo Felipe, Lorena Galdino e Matheus Monteiro.
 
Os estudantes propuseram várias modificações para desenvolver a identidade da empresa, entre as mudanças consiste uma nova logo, pontos fixos de venda em outros locais, um carrinho nas ruas, promoções de fidelização, uma nova identidade nos uniformes, motos de entrega e embalagens, uma campanha institucional e duas ocasionais.
 
Segundo a formanda Maiara Lourenção, a escolha da empresa foi baseada em relacionamentos do grupo. “Fizemos assim porque algumas empresas ficam receosas de passar informações dos clientes, como financeiras, por exemplo, e precisamos disso para fazer um bom atendimento”, comenta.
 
Já Marcelo Marini conta que as dificuldades vieram tanto do grupo quando da empresa. “Nossa equipe teve um desfalque e depois o cliente mudou a marca no meio da nossa campanha. Então, tivemos que praticamente refazer tudo, o que dificultou bastante”.
 
Os pais do Marcelo, Fernando e Maria José, estiveram presentes para prestigiar o filho. Maria José conta que está cheia de orgulho. “O que me deixa muito feliz hoje é que o Marcelo é o sexto de dez filhos, e todos os seis, até ele, concluíram a faculdade”. Para Fernando, é um momento fundamental. “Eu tenho visto o Marcelo estudar muito, se dedicar, é algo que ele faz sem a gente ter que ficar cobrando”.
 
Segundo a professora Mariângela Fazano, orientar esse projeto foi muito desafiador devido aos vários obstáculos. “A superação dessas barreiras trouxe o resultado, que é um trabalho que está aí, que existe, que é adequado para o mercado”, finaliza.

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