Ex-aluno da Facopp se destaca no jornalismo policial

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25/04/2019 às 15:00 
Gabriel Takada e Jéssica Silva

Arquivo pessoal

Roberto Kawasaki cobrindo uma pauta na polícia militar

 
“Com o passar do tempo tive conhecimento amplo da profissão, que não se limitava a apenas sentar e escrever. E essa percepção conheci dentro dos estágios, tanto na TV Facopp, quanto na TV Band”, esse é o relato de Roberto Kawasaki, de 24 anos. O ex-facoppiano e atualmente jornalista e repórter policial no jornal O Imparcial.
 
Assim como o ex-aluno, muitos acreditam que o curso se baseia em escrever. Claro que isto também faz parte, porém as funções são bem amplas. “Eu não tinha noção de como seria o mercado de trabalho”, conta.
 
O jornalista pode trabalhar em um veículo de comunicação, como TVs, rádios, sites, revistas e outros, como atuar em empresas sendo assessor de imprensa na área de jornalismo empresarial, além de ser dono do seu próprio negócio, com as amplas possibilidades da internet.
 
Roberto mesmo não sabendo tudo que o curso poderia oferecer, já sabia o que queria. “Eu sempre tive certeza que eu queria cursar Jornalismo após a minha formação do ensino médio.”
 
Se por um lado existiu o desejo de seguir a profissão, do outro houve luta para crescer e chegar aonde chegou. “Minha trajetória na faculdade, desde o primeiro dia que coloquei o pé lá já foi querendo fazer alguma coisa, fazer algum estágio. A coordenadora Carol Mancuzo havia comentado que haveria oportunidade de estágio no Portal Facopp, então eu fiz a entrevista e não deu certo, mas eu queria muito participar dos projetos. Aí, passou-se algumas semanas fui à coordenação implorar para a Carol me colocar como estagiário do Portal, depois de algumas semanas ela me ligou. Lembro desta cena até hoje.”
 
O jornalista ficou dois anos fazendo pauta, reportagem, cinegrafia e edição na TV Facopp, e foi estagiário do programa Super Útil por um ano e meio.
 
Em 2018 surgiu a oportunidade de trabalhar como repórter do jornal O Imparcial, fato que o surpreendeu. “Durante a faculdade não curtia muito o impresso, minha paixão era TV. No entanto, acabei fascinado com o impresso, uma vez que o jornalista acaba tendo um pouco mais de liberdade para retratar a reportagem.”
 
Atualmente Roberto diz estar satisfeito sendo repórter policial e que busca se aperfeiçoar na especialidade ainda mais.

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