Facopp se prepara para a Semana Estado de Jornalismo

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03/09/2018 às 22:55 – Atualizado em: 03/09/2018 às 23:36 
Larissa Biassoti

Estadão

Mulher no jornalismo, colaboração, empreendedorismo, robôs, fake news, cobertura das eleições, entre outros assuntos vão ser discutidos no evento

Aos jornalistas que querem aumentar o networking, descobrir as novidades da área com profissionais que já atuam no mercado de trabalho, essa é a oportunidade! Estão abertas as inscrições para a Semana Estado de Jornalismo, evento que ocorre em São Paulo, na sede do Estadão dos dias 25 a 28 de setembro.
 
As datas coincidem com a semana de provas da Facopp, que começam no dia 24/09, mas caso queira estar no evento, não se preocupe, pois a coordenação informa que as vagas não vão ser consideradas e as avaliações vão poder ser feitas após o retorno.
 
Não deixe para a última hora, são 15 vagas e a participação é gratuita. Apesar do evento não ter custo, os estudantes precisam pagar despesas como de alimentação, hospedagem e transporte. Aos que interessados, é necessário encaminhar um e-mail no endereço carolina@unoeste.br até segunda-feira (10/09), às 21h.
 
São quatro dias com uma programação extensa com o tema Jornalismo em pauta. O objetivo das discussões é mostrar que é possível manter a essência jornalística mesmo com os desafios que hoje são encontrados na profissão.  Algumas questões que vão ser trabalhadas são as mulheres no jornalismo, colaboração, empreendedorismo, robôs, fake news, cobertura das eleições, entre outros.
 
Além de adquirir conhecimento sobre o que tem de mais moderno no mercado, os alunos, de acordo com a coordenadora do curso de Jornalismo, Carolina Mancuzo, podem ter referências no futuro. “A primeira coisa mais importante que você ganha em estar lá, é a possibilidade de criar uma rede de contatos, porque o relacionamento que fazemos hoje com os profissionais é essencial para desenvolvermos a nossa carreira, porque é a partir disso que você pode ser indicado”, afirma.
 
Depois de tanta experiência, imagina voltar para casa com o 13º Prêmio Santander Jovem Jornalista? Se prepare, dá para concorrer. A premiação é feita em parceria com o Estadão e o banco Santander, em que no primeiro dia da semana, os participantes recebem um tema para fazerem uma reportagem. O vencedor ganha uma bolsa de estudos para um semestre na Universidade de Navarra, na Espanha, em 2019, e tem o texto publicado no jornal impresso. Já os outros seis finalistas ganham um notebook e as reportagens são publicadas no site do jornal.
 

JÁ FUI! 

“Não pensem duas vezes antes de tomar essa decisão, é experiência profissional, tem custo-benefício, fora o contato que você tem com o meio tão grande que é o Estadão. Tudo vale a pena, se planeja e não deixe de ir. ” Adriano Batista é do 6º termo de Jornalismo, participou das edições de 2016 e 2017.

Para o estudante, o evento é diferenciado, pois você adquire parte do know how de quem está lá, como é a atuação do jornalista dentro da redação, fora em grandes coberturas, assim como se atualiza do que é tendência no ramo.

“Nosso pensamento de faculdade se expande, porque você vê as experiências vividas, como os profissionais cresceram, como eles têm grandes negócios em plataformas diferentes, você acompanha os avanços das produções em todos os meios”, conclui Adriano.    

Daniela Barbosa esteve da Semana Estado em 2017 e já tem pretensão de ir este ano, já que está no 7º termo e não quer correr o risco de perder.  “Eu conheço muita gente que foi e pagou para participar, nós temos como ir de graça como universitários, são poucas as despesas que temos que arcar, o que importa mesmo é, ganhar mais bagagem, conhecer também o jornal, ter essa liberdade de conhecer todas as áreas lá de dentro do Estadão e conhecer os convidados que são sempre muito bons. ”

Já as alunas Maria Eduarda Kato e Beatriz Duarte do 6º termo, se aventuraram juntas ano passado no evento e falam que a partir da Semana tiveram um outro olhar para a profissão.

“Lá a gente expande as nossas ideias, percebe que não precisa fazer só matéria padrão, a gente pode tentar passar de forma interpretativa para as pessoas, existem outros modelos fora do esquema que sempre se aprende e que somos capazes também de falarmos assuntos que ninguém pensa em fazer pauta, fora das tradicionais”, fala Maria.

Beatriz comenta que descobriu coisas que não sabia da existência e que voltou com vontade de tentar coisas novas, outros formatos, pois teve contato com o que tem de novo no mercado. “Eu conheci veículos que a gente leva como base para jornalismo até hoje que foi o Nexo, a Vice e a Lupa, mas acima de tudo, o maior aprendizado é o embasamento de como é o mundo lá fora, como é o real, quantas pessoas trabalham lá dentro, como tudo é organizado, cada setor”.

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