Oficina de livro-reportagem é uma das apostas para o Enepe

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17/10/2019 às 18:30
Ramon Diniz

Oficina ensinará os processos de construção de um livro-reportagem (Arte: Agência Facopp)

Por ser um produto jornalístico que usa como ferramenta a documentação histórica, a construção de um livro-reportagem é considerada complexa. Desde a escolha dos entrevistados até a apuração de todas as informações, o processo leva tempo e deve ser feito minimalistamente.

Foi ao pensar naqueles que possuem interesse em se aventurar nessa vertente literária, que a oficina “Pesquisa Jornalística: a construção de narrativas para o livro-reportagem”, ministrada pelo professor e jornalista Iago Porfírio, ensinará aos inscritos todas as etapas de construção desse gênero, durante sua participação no Enepe 2019 (Encontro Nacional de Pesquisa e Extensão).

Formado em Jornalismo pela UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), Iago é autor do romance-reportagem “Deus foi dormir: histórias de vida da favela Cidade de Deus”, vencedor do prêmio de melhor livro-reportagem da região Centro-Oeste na Expocom (Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação 2018). Além dessa conquista, Porfírio coleciona outros prêmios no âmbito do jornalismo, tais como o Prêmio Ministério Público de Jornalismo 2016, com a reportagem “Trabalho que empobrece” e o 1º lugar com um artigo sobre a mesma reportagem, no CIDH (Congresso Internacional de Direitos Humanos), em 2015.

A OFICINA

Marcado para o dia 24 de outubro, às 18h30, o workshop “Pesquisa Jornalística: a construção de narrativas para o livro-reportagem” será realizado no Auditório Primavera, localizado no bloco B3.

Fruto de um estudo realizado durante três anos, a oficina, segundo o escritor, propõe uma abordagem sistemática da pesquisa jornalística, instigando a manifestação de uma metodologia fora do convencional. “Ela é um encontro para trocas e reflexões sobre o papel do jornalismo no tratamento de temas complexos da sociedade, além de auxiliar na criação de leituras interpretativas sobre os dramas humanos”.

“Pretendo visibilizar a importância social, econômica e cultural que a pesquisa cientifica possui no meio acadêmico, debatendo ideias sobre sua função entre os indivíduos”, conta Porfirio.

Para participar, é necessário estar inscrito no ENEPE. Após a inscrição e a confirmação do pagamento, o interessado comparecer no dia e hora marcados da oficina. Mas corra, pois apenas 30 vagas foram disponibilizadas para o evento.

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