Paixões por diferentes áreas marcam histórias de facoppianas

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06/03/2020 às 11:03
Daniel Alvarez

Hoje técnicas de laboratório, ambas passaram pela graduação de Jornalismo na Facopp (Fotos: Cedidas)

Comemorado no dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher marca a constante luta feminina por direitos. Para celebrar a data, o Portal Facopp traz as histórias de duas mulheres que estão sempre muito presentes nas atividades da faculdade, embora normalmente estejam quietinhas em seus laboratórios.

As duas personagens têm histórias e paixões diferentes, mas ambas compartilham do mesmo amor pela a comunicação. O mais bacana é que elas também foram discentes da Facopp e passaram por todo o processo da graduação.

PAIXÃO PELO AUDIOVISUAL

Ana Caroline Nezi, técnica do Laboratório de TV, é apaixonada por cinema desde sua infância, um dos motivos que a levou a cursar Jornalismo na Facopp. Apesar do amor pela área, ela não conseguia se enxergar atuando no ramo devido à timidez, habilidade que foi bastante trabalhada durante a graduação.

Ainda quando estudante, Ana teve a oportunidade de atuar como estagiária da TV Facopp durante seu último semestre, em 2017. Para ela, o estágio foi de extrema importância, já que, por se tratar de audiovisual, em alguns momentos precisou se expor e como consequência diminuir sua timidez.

“Mesmo tendo sido um estágio de somente um semestre, eu sinto que foi na TV onde mais aprendi. Eu entrei porque queria entender melhor a produção audiovisual, principalmente a edição, que é a área que mais gosto dentro da produção”, conta Nezi.

Atualmente, como técnica do laboratório, ela auxilia em diversos trabalhos realizados pela TV Facopp. Ana afirma ter um carinho especial por todos que participa, mas destaca o projeto de extensão Luz, Câmera e Cocção e o documentário Quatro Sinais. “Todo projeto que participo me marca de alguma forma, pois deles sempre consigo tirar algum aprendizado”.

Foi por meio da educação que Ana pode reafirmar e redescobrir ainda mais seu amor pelo audiovisual. Durante o período de sua graduação produziu um documentário, no qual pôde vivenciar passo a passo do processo de construção, o que segundo ela foi muito satisfatório. A figura que mais a inspira é justamente a professora que foi responsável pela disciplina de Documentário e trabalha com ela até hoje: Thaisa Bacco.

Sobre o Dia da Mulher, Nezi entende que serve justamente para relembrar que as mulheres existem e podem sim ocupar os cargos que desejam. “Embora a mulher seja resiliente, ela enfrenta muito. Cada vez mais a gente vê notícias que entristecem, casos de feminicídio, aumento da violência contra a mulher. Então esse dia serve não só para relembrar as conquistas, mas para que também haja uma conscientização contra essa violência”, finaliza.

PAIXÃO PELA FOTOGRAFIA

Inspirada por seus tios desde a adolescência, Marlene Reverte, técnica do Laboratório de Fotografia, ingressou na Facopp devido ao seu amor pela imagem fixa. Formada em Jornalismo em 2017, ela conta que não cursou fotografia porque na época em que entrou na faculdade o curso ainda não estava disponível na Unoeste.

Marlene estagiou por dois anos no Laboratório de Fotografia (Foto: Cedida)

“O que me trouxe para o Jornalismo foi justamente a paixão pela fotografia, mesmo não sendo a opção que eu queria. Ao ver a grade do curso observei que algumas disciplinas eram relacionadas à área que eu gosto e resolvi entrar. Dois anos depois que iniciei a graduação, a Unoeste abriu o curso de Fotografia, porém como já estava na metade resolvi dar continuidade”, conta Reverte.

Em 2014, Marlene participou da seleção para fazer parte da equipe do Laboratório de Fotografia e foi aceita como estagiária. Ficou dois anos desenvolvendo atividades no estágio, logo em seguida já entrou como técnica do laboratório, onde está até hoje.

Apesar do amor pela fotografia, ela conta que não deixa de lado o que aprendeu durante a graduação e que trabalharia sim na área do jornalismo. “Se aparecesse alguma oportunidade na área, eu optaria pelo fotojornalismo ou então pelo telejornalismo, na área de cinegrafia”.

Atualmente, além do trabalho na Facopp, Marlene também descobriu outra paixão: a fotografia infantil. Ela conta que está sempre buscando se aperfeiçoar por meio de workshops e cursos. As mulheres que a inspiram nesse ramo são Thalita Castanha e Simone Silverio.

Reverte considera que o Dia da Mulher é todo dia e acredita que a mulher tem conquistado cada vez mais seu lugar dentro da comunicação e da sociedade no geral. “Hoje a mulher tem seu espaço em todas as áreas, até nas que eram consideradas somente para homens”, conclui.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Fruto de muita luta e suor feminino, o Dia Internacional da Mulher simboliza a batalha das mulheres, não só no contexto histórico, mas a diária. A data serve também como uma forma de reflexão, para que temas como o preconceito de gênero, feminicídio, violência e assédio possam ser discutidos.

Ainda há muito para ainda ser reparado e cabe também a nós, comunicólogos, levantar discussões e ações para que um mundo com mais respeito e igualdade de gênero seja realidade.

Depois de contar um pouco da história de duas mulheres que fazem a diferença na comunicação e no mundo, o Portal Facopp deseja a todas um feliz Dia Internacional da Mulher!

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