Ex-facoppiano é considerado um dos melhores fotógrafos de rodeio do Brasil

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27/04/2017 às 09:00 – Atualizado em: 27/04/2017 às 14:21 
Gabriel Lanza, especial para o Portal Facopp

Cedidas

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“Em alguns momentos da faculdade, eu estava perdido e foi graças à Facopp que eu me reencontrei e hoje faço o que realmente amo”, diz

Ao longo dos anos, a Facopp se tornou um dos cursos da Unoeste que mais ‘exporta’ talentos. Muitos profissionais da área da comunicação se formaram e obtiveram sucesso em outras regiões do país. Um exemplo disto é Rodolfo Lesse, que hoje é considerado um dos melhores fotógrafos de rodeio no Brasil.

Criado no interior do Paraná, o ex-facoppiano chegou a Presidente Prudente em 2011, para cursar Jornalismo. Sua escolha profissional foi fruto de seu apreço pela área esportiva, já que seu principal objetivo até então era se tornar repórter esportivo. Mas, depois de conversa com seu irmão Gustavo, tudo mudou.

“É até estranho porque nunca tive grande interesse por fotografias quando criança e nem em minha adolescência, muito pelo contrário, não gostava nem um pouco, sempre fui muito tímido, não me acho fotogênico e não gosto de ser fotografado até hoje. Meu primeiro contato com a fotografia foi realmente já dentro da Facopp, no ano de 2011, logo em meu 1° termo de faculdade. No entanto, ainda não havia despertado este interesse”, revela.
 
“Em 2012, eu e meu irmão falamos sobre minha carreira e sobre montar um site relacionado a rodeios e eventos do gênero, até que surgiu a ideia de comprar uma câmera, aprender a fotografar e filmar para fazer os registros para o site, mas a ideia não saiu do papel. No começo ano de 2013 tive a matéria de Fotojornalismo e foi aí onde tudo começou”, acrescenta.
 
E, a partir do momento em que passou a tomar gosto pela fotografia, Lesse nunca mais parou de estudar e de se aprofundar no conteúdo aprendido em sala de aula. Ainda na faculdade, passava horas lendo apostilas de fotografia e isso fez com que se candidatasse a uma vaga no estágio no Laboratório de Fotografia, que considera essencial para sua formação.
 
“O estágio que fiz na Fotografia serviu como uma base importantíssima passava a semana inteira praticamente respirando fotografia, afinal de contas eu estava muito no começo ainda, queria estudar. Aprendi muita coisa. Valeu muito a pena o tempo que passei lá, sou eternamente grato a Carolina Costa Mancuzo e a Maria Luisa Hoffmann pela oportunidade”, afirma.
 
Hoje, ele é considerado um dos melhores do ramo, o que é motivo de orgulho para ele. “A sensação de realizar um trabalho bem feito e de ser elogiado por isso é magnífica. Ver que estou no caminho certo só serve como estimulo para trabalhar mais e mais, para eu continuar a melhorar e contribuir dentro da área, sempre se atualizando, não parando de estudar nunca, até porque você pode ter um bom equipamento, mas o que comanda é quem está atrás. Fotografia é 70% estudo e 30% equipamento”, diz.
 
“Hoje em dia na área em que atuo não existe mais uma premiação ou qualquer tipo de ranking anual, nós nos baseamos pela qualidade do evento, sua grandiosidade e pelos contratados envolvidos, onde os próprios profissionais e especialistas acabam elegendo os melhores no momento, os destaques e as revelações”, emenda.
 
Formado no fim de 2014 no curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, o ex-facoppiano viu carreira deslanchar logo em 2015, ano em que trabalhou como fotógrafo no RNP (Rodeio Nacional Profissional) e, em seguida, a convite de um amigo, fotografou o Rodeio de Barretos, o maior rodeio da América Latina e o terceiro maior do Mundo. E não foi só isso.

“Esse ano de 2015 foi muito bom. Ainda tive a oportunidade de ser o fotógrafo oficial pela primeira vez do rodeio de Colorado, conhecido como A Capital do Rodeio no Paraná, o Maior Rodeio do Sul do Brasil e um dos cinco melhores do país, sou o fotografo oficial deste evento até hoje. Também trabalhei no campeonato nacional de montaria em touros CRP (Circuito Rancho Primavera)”, conta.

Já em 2016 foi convidado para fotografar eventos no estado de Minas Gerais e teve algumas fotos que foram consideradas uma das melhores do rodeio no ano. Ainda em 2016 fotografou a prova de Laço Individual Prorelax, maior prova do Brasil. “Foi um evento sensacional, que contou com a participação de alguns estrangeiros, por ser qualificatório para o maior rodeio do Mundo, o The American, que ocorre no Texas”, ressalta.

Em 2017, segundo ele, outros convites irão aparecer, e, por isso, se preparar é fundamental. “Pretendo continuar estudando e aprendendo o máximo que eu puder, além de continuar trabalhando nos grandes eventos do Brasil, sempre buscando as melhores imagens”, conclui.

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